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"Situação é sensível e não podemos desconsiderar"
Secretário de Segurança Pública, Maurício Barbosa, não responde se a população deve ou não sair de casa. Ruas estão tranquilas e ainda com pouco movimento
Bahia 247
O secretário de Segurança Pública, Maurício Barbosa, voltou a afirmar nesta manhã de sexta-feira (3), que não vai dialogar com os grevistas. "Não vamos negociar com quem quer criar clima de terror. Não podemos aceitar que policiais encapuzados e armados façam o que estão fazendo", disse o secretário em entrevista a emissora de TV, Rede Bahia. Barbosa se reunirá ainda nesta manhã com representantes de outras associações de PMs para discutir a situação. As informações são do jornal A TARDE.
O clima na cidade não é o mesmo. Os pontos de ônibus e os engarrafamentos que começam a se formar antes das 8h da manhã, hoje deu espaço as ruas tranquilas e poucas pessoas se aventuram nas ruas.
Questionado se a população pode sair hoje, o secretário preferiu não dar uma resposta direta e o cidadão ficou sem uma recomendação da maior autoridade em segurança no Estado. "A situação é sensível e não podemos desconsiderar isso. Mas vamos restabelecer essa sensação de segurança o mais rápido possível", disse.
Força Nacional
Cerca de 150 homens da Força Nacional desembarcaram na noite desta quinta-feira (2), em Salvador. Até o momento, não há notícias de que estes homens já estejam patrulhando as ruas. Ainda na entrevista a Rede Bahia, o secretário também explicou que ainda não está definida como será a ajuda da Força Nacional. "Vamos sentar às 14 horas para decidir as formas de atuação deles", explicou.
Ônibus
Também já havia notícias, do início desta manhã, de que um ônibus estaria atravessado na rua na Estrada do Coco, resultado de mais um ataque. Porém, foi esclarecido que o veículo da empresa Costa Verde estava parado na via após colidir com outro automóvel. Os passageiros tiveram apenas escoriações.
Justiça
Os PMs, liderados pela Associação dos Policiais, Bombeiros e seus Familiares do Estado da Bahia (Aspra-BA), estão em greve desde o último dia 31. A Justiça decretou nesta quinta a ilegalidade do movimento, que não é apoiado por outras entidades da categoria.
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