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Batalhão de Choque da PM reforça segurança na Assembleia Legislativa do Rio
Policiais montaram guarda com grades e cercaram o Palácio Tiradentes. Ontem teve início a discussão entre os parlamentares sobre projeto enviado pelo governador Sérgio Cabral que prevê reajuste salarial de quase 39% no biênio 2012/2013 para a categoria
Bahia 247 - A dimensão que a greve da Polícia Militar da Bahia (que já dura nove dias) alcançou trouxe de volta em nível nacdional a discussão acerca da proposta de emenda constitucional (PEC) que estabelece um piso salarial para policiais civis e militares e bomebiros, a chamada PEC 300.Com a manutenção e as proporções da greve na Bahia, o governo federal já teme uma mobilização nacional da categoria para forçar a aprovação da porposta em segundo turnona Câmara dos Deputados. A expectativa é a de que mais seis estados se mobilizem, entre eles o Rio de Janeiro.
E por lá o clima já começa a ficar tenso. A Assembleia Legislativa do Estado (ALERJ) reforçou seu esquema de segurança desde ontem com homens do Batalhão de Policiamento de Choque, que montaram uma guarda com e grades cercaram o Palácio Tiradentes, no Centro. Ontem teve início a discussão entre os parlamentares sobre projeto enviado pelo governador Sérgio Cabral que prevê reajuste salarial de quase 39% no biênio 2012/2013 para policiais militares, civis, bombeiros e agentes penitenciários do estado. No Rio os policiais ameaçam entrar em greve na próxima sexta-feira (10).
A Alerj informou que o reforço da segurança é um pedido do presidente da Casa, deputado Paulo Melo (PMDB). O parlamentar alegou que o pedido visa a "preservação dos bens". o prédio da Assembleia é tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). No entanto, é inegável também a preocupação com a segurança no local, com a possibilidade de protestos e manifestações.
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